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Diana Horta Popoff é flor da antiga “Cidade Jardim”, “La Fée Verte” desperta em ponta de flecha lançada por arcos lunares da musical íris belo-horizontina. Das ninfas, dizia-se que algumas habitam os rios; já nos ribeiros de Diana flui a tradição da fusão harmônica Minas + Mundo que, desde 1986, rompe a muralha das serras e deságua no Rio de Janeiro, revolvendo-se em corrente a brotar em outras praias, outros continentes.
Em toda sua vida, não houve momento em que música não houve. Em regato da família Horta-Popoff, Diana fruiu naturalmente da sua influência musical produzida nas vivências domésticas tradicionais, com seus pais Lena Horta e Yuri Popoff e seu tio Toninho Horta, já mestres na pavimentação das rotas de exploração das minas sonoras da “Terra da Harmonia”, no encaminhamento das correntes da linguagem musical da região sudeste do Brasil para o oceano.
Formou-se em flauta transversa pelo Conservatório Brasileiro de Música e em seu currículo apresenta cursos e apresentações no Brasil e no exterior. Além da formação erudita no instrumento, sua dedicação à composição popular também se revela em suas criações melódico-harmônicas, em um torvelinho de referências locais e universais, do passado e da vaga contemporaneidade, de jazz e capela, bar e luar, de casa aqui, ali e lá.
Em 2009, finalizou as gravações de seu primeiro álbum com o produtor artístico Marcio  Lomiranda - com lançamento em breve -, em que interpreta suas canções (teclados e voz) em parceira com letristas do “Clube da Esquina” e outros nomes de talento reconhecido. Virtualmente, desenvolveu parcerias no caldo musical internacional via bits eletrônicos, que continuamente se lhe endereçam como se em uma interface “e-world fusion”.
O trabalho de Diana Horta Popoff encaminha em sua musicalidade doce as ondulações de uma arte muito bem arranjada e re-arranjada: nos rios, o oceano. Em uma das mãos, ela carrega uma flauta, por onde sopra a sua voz; na outra, uma pauta musical em forma de lua enamorada na imagem de um barco.
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2013
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Diana Horta Popoff “Algum Lugar”

Available on iTunes
2012
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Dennis Casagrande “Agua Viva”

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Beto Marques “Sambas Nova Bossa”

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2011
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Toninho Horta “Harmonia and Vozes”

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Dinho Zamorano “Clareou”

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2010
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Edu Negrao “Vem Ver”

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Vocalise “Tudo é coisa musical”

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Marcello Milanez “Pur Dizer”

2009
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Chico Lessa “No Tom de sempre”

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Yuri Popoff “Les héritiers du guarana”

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2006
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Simone Guimaraes “Flor de Pao”

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2004
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Yuri Popoff "lua no céu congadeiro"

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1999
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Toninho Horta “From Ton To Tom”

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Yuri popoff “Era so começo”

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Compositeur, chanteuse, flûtiste, pianiste et arrangeur brésilienne né à Belo Horizonte dans l’état de Minas Gerais. Fille de la flûtiste Lena Horta et du bassiste/compositeur Iuri Popoff, nièce de l’illustre Toninho Horta.
En janvier 2013 elle enregistre et sort son premier disque « Algum Lugar » (Quelque part) chez Delira Musica produit par Marcio Lomiranda et aux côtés de musiciens très prestigieux :Toninho Horta, Iuri Popoff, Leonardo Amuedo, Marcello Martins, Wouter Wierda et Bianca Gismonti.
Les plus grands auteurs, poètes brésiliens collaborent avec Diana : Fernando Brant, Marcio Borges, Claudio Lins qui sont les partenaires de longue date de Milton nascimento, Toninho Horta et le clube da esquina de Minas Gerais.

" La musique de Diana représente le passé et le futur de la musique de Minas" TONINHO HORTA


IVAN LINS :

"Le travail de Diana Horta Popoff n’est pas représentatif de la vague de « chanteuses-compositeur » du moment. Il est unique – sans tomber dans les clichés rattachés à ce terme. Pour sa voix incroyablement délicate et menue, un adjectif plus approprié : adorable. Les point positifs ne sont pas négligeables, et passent par la difficulté technique de ses compositions, des collaborations prestigieuses, comme celle de son producteur, ainsi qu’une certaine étrangeté qui est la bienvenue. N’étant pas évidentes, ses compositions suscitent un certain « sursaut » initial – par exemple au niveau des interférences sonores (comme celles des guitares électriques) qui contrastent avec la délicatesse du résultat final. Une musique folle et belle.
Bien entourée par des paroliers comme Fernando Brant, Marcio Borges, Alfredo Del Penho, Claudio Lins e Giovana Moretti. “Voile de l’océan” est un chef d’œuvre et “Pauvre cœur » est une autre merveille permettant de comprendre la cohérence du disque, de la voix, des paroles et de la musique. Quand une voix dit quelque chose, celle-ci est sacrée. Cela vaut la peine de comprendre tout ce qui est transmis à travers les paroles, notamment celles de « Intention pour le film », tout aussi génial. Le dernier titre du CD, réalisé avec Bianca Gismonti, est d’une beauté ludique. Il est réjouissant de savoir que ces deux enfants prodiges travaillent ensemble. Le père, Yuri Popoff, a certainement « couvé » sa fille de sa contrebasse durant tout l’enregistrement du disque auquel il a participé. Et il n’est certainement pas le seul ! Le talent de Diana nous invite, comme un père, à admirer et protéger. « A consommer sans modération ! » "
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